KIT EPIDEMIOLOGIA + INFECÇÃO HOSPITALAR + GESTÃO HOSPITALAR + BRINDE ISBN 9788599276396
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KIT EPIDEMIOLOGIA + INFECÇÃO HOSPITALAR + GESTÃO HOSPITALAR (Total 12 DVDs + 3 Livros) + 1 Livro de BRINDE



Coleção EPIDEMIOLOGIA: PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE



Coleção EPIDEMIOLOGIA: PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE
Esta obra contém: 04 DVD's + 1 Livro Texto





DVD 1 - Doenças de Maior Impacto Socioeconômico no Brasil 
Aproximadamente 1 hora e 30minutos.


Componentes ambientais, culturais, sociais e econômicos interferem no comportamento humano e na sua interação com o meio ambiente, refletindo na incidência de determinadas doenças na população. Num país de dimensões continentais como o Brasil, com ecossistemas variados, além da desigualdade social que o assola, a Epidemiologia tem papel fundamental no mapeamento das “Doenças de Maior Impacto Socioeconômico no Brasil”.


O assunto que será tratado neste DVD é o conjunto de componentes que são capazes de interferir no comportamento dos indivíduos e na sua relação com o meio ambiente, fazendo com que dessa forma recai sobre a própria população através de diversas doenças.

Em um país como o que vivemos, com diversos tipos de ecossistemas e com uma enorme desigualdade social, tratarmos de tal assunto é de fundamental importância, pois diversas doenças se dão por conta do próprio individuo e sua falta de responsabilidade.

Discutiremos o papel fundamental da Epidemiologia, visando mapear as “Doenças de Maior Impacto Socioeconômico no Brasil”, junto com a Dra. Marcia Regina Cubas, com experiência na área da saúde coletiva.

Vivemos em um país com grande diversidade, desde seu ecossistema até diferenças sociais, dessa forma para realizarmos o estudo da epidemiologia em tal local, temos que entender o que é e o que ela visa estudar.

Sabemos que por inúmeros fatores as doenças podem surgir no meio em que vivemos, e são causadas por diversos tipos de motivos, conhecer tais motivos e as doenças a fundo, é de extrema importância.

DVD 2 - Prevenção e Controle 
Aproximadamente 1h:45min.

O desenvolvimento da sociedade moderna fez com que o homem se aglomerasse nas grandes cidades, ocupando e invadindo áreas naturais nunca antes habitadas. A falta de planejamento urbano, principalmente no que concerne às condições de saúde sanitária, propiciou uma série de epidemias, alcançando historicamente um elevado custo socioeconômico.

Mas para falar sobre as políticas públicas de prevenção e controle hoje, precisamos fazer uma viagem na história das Epidemias no Brasil e de que forma elas eram tratadas. Iremos perceber um grande avanço. O Brasil progrediu muito na área da saúde, mesmo assim, ainda há um longo caminho a percorrer.

Por conta do grande desenvolvimento em algumas capitais, o homem acabou se aglomerando em tais cidades, e por falta de espaço, em algumas vezes ocupando até áreas naturais que antes nunca haviam sido habitadas por ninguém.

E por conta de ser um espaço nunca ocupado, há falta de planejamento para que pessoas possam morar em tais locais. E por conta da ausência de planejamento, falta agua, esgoto, energia elétrica, coisas básicas para que seja possível morar em um lugar com as mínimas condições.

Com isso inúmeras epidemias ocorreram, pois o local era propicio para se contrair diversos tipos de doenças.

Porem, para tratarmos sobre as politicas públicas de prevenção e controle, precisamos voltar no tempo, e lembrarmos como as epidemias que já ocorreram no Brasil foram tratadas. Dessa forma, conseguiremos perceber como o Brasil progrediu na área da saúde, porem, mesmo assim ainda há um longo caminho a ser percorrido.

Para discutirmos acerca deste assunto falaremos com o Dr. Samuel Jorge Moisés, que fará uma viagem no tempo conosco, para nos lembrarmos como tudo ocorreu até os tempos de hoje, as mortes que ocorreram e como foi possível alcançar algumas curas.

DVD 3 - O Cenário atual no Brasil 
Aproximadamente 1h:38min.

Duas funções sociais principais podem ser identificadas na Epidemiologia: enquanto disciplina seu objetivo é a produção de conhecimento técnico e científico sobre os processos saúde-doença na dimensão coletiva. Enquanto prática, sua missão é, basicamente, auxiliar a saúde pública na promoção de saúde, prevenção e controle de doenças.

Do ponto de vista metodológico, uma das tendências que influencia a epidemiologia brasileira é a tradição rigorosa dos países centrais que busca aprofundar a prática da transdisciplinariedade.

Vendo a epidemiologia como disciplina, vemos que ela tem como objetivo á produção de conhecimento técnico e cientifico sobre os procedimentos da saúde e da doença, em um aspecto coletivo. Já na área da pratica, tem como missão auxiliar a saúde publica na prevenção e controle de doenças.

Do ponto de vista social a epidemiologia exerce uma grande força, detendo também aspectos técnicos e práticos.

Do ponto de vista teórico, há a necessidade de produzir conhecimento sobre as doenças acerca da população. E no ponto de vista pratico, esse conhecimento tem que estar a disposição da população, para que haja controle e prevenção.

Foi por volta do anos 70 e 80, que a Associação Brasileira de Pós Graduação em Saúde Coletiva foi criada em nosso país. O Brasil era carente de programas de pós graduação na área de  medicina social, medicina preventiva ou saúde publico no país.

Nesse mesmo período, havia registro de apenas trinta e quatro pesquisadores com titulo de doutor em epidemiologia e em atividade. Em nosso país, a historia da epidemiologia é rica, porem, recente.

DVD 4 - Pesquisa Epidemiológica: Desafios e expectativas para o futuro
Aproximadamente 1h:43min.

A sociedade é composta pelas características biológicas dos indivíduos e pelas interações sociais que compõem sua história. A Epidemiologia, cujo objetivo é estudar a saúde da população, tem sido desafiada a desenvolver bases conceituais e metodológicas, capazes de integrar o conhecimento científico aos fenômenos sociais.

E cada vez mais o conhecimento das condições de saúde da população, seus determinantes e tendências, constituem elemento de fundamental importância para o campo da Saúde Coletiva. É neste sentido que a pesquisa epidemiológica contribui para uma mudança significativa, assumindo papel relevante para o desenvolvimento de ações de saúde.

Sabemos que a composição da sociedade se da pelas características biológicas das pessoas e a sua historia e interação social.

Como já dito o objetivo da epidemiologia é fazer o estudo da saúde da população, porem, para isso tem sido bastante desafiada a desenvolver conceitos e metodologias, para fazer uma integração entre o cientifico e o social.

Falaremos sobre tais assuntos com a Dra. Simone Tetu Moysés, os principais debates no campo da epidemiologia moderna, segundo a doutora, gira em torno do cientifico e do social. Pois um lado se preocupa a estudar o dia a dia da doença, e de outro lado dá suporte a população na pratica.

ISBN: 9788575303931 
Embalagem contendo 4 DVDs e 1 livro
Editora: Cedic




Coleção Infecção Hospitalar

Coleção Infecção Hospitalar

A obra contém:

  • 04 DVDs
  • 01 Livro





CONTEÚDO:

DVD 1 - O inimigo invisível

Infecção hospitalar é o termo utilizado para se referir ao contágio infeccioso durante o período de hospitalização de um paciente. Ela pode ocorrer através do contato do paciente com bactérias ou outros micro-organismos potencialmente patogênicos.

Às vezes, esses micro-organismos, invisíveis a olho nu, conseguem vencer as barreiras de proteção do organismo agravando os problemas de saúde dos pacientes, muitas vezes já debilitados pelos processos inerentes ao tratamento em que são submetidos. Qual o real perigo? O que dizem as estatísticas sobre esse assunto? Qual a sua importância em termos de saúde pública?

Utilizamos o termo infecção hospitalar para nos referir ao contagio infeccioso durante o período que um paciente fica hospitalizado. Ocorre por conta do contato do paciente com as bactérias ou alguns outros micro-organismos que tem potencial patogênico.

Grande parte das vezes os micro-organismos são invisíveis a olho nu, eles atravessam as barreiras da proteção hospital e do próprio organismo, dessa forma agravando o estado de saúde de determinado paciente, que em grande parte das vezes já estão fragilizados por conta dos processos de tratamento que tem que fazer.

Trataremos sobre tal tema com Patrícia F. de Andrade Boze. Na década de 80, houve uma regulamentação do Ministério da Saúde acerca da infecção hospitalar. Desde então, passou a ser obrigatório a todo hospital uma Comissão de Controle de Infecção Hospitalar. Porem na pratica, não era desenvolvido em sua totalidade.

Qual o real perigo? O que dizem as estatísticas sobre esse assunto? Qual a sua importância em termos de saúde pública?

Duração: 1h:39min

Patrícia Françoise de Andrade Boze - Graduada em Enfermagem, com especialização em Infecção Hospitalar pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Atua na área de Controle de Infecção Hospitalar. É enfermeira do Serviço de Epidemiologia e Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Pequeno Príncipe. Atua também como docente da Faculdade Pequeno Príncipe.


DVD 2 - O profissional de enfermagem na prevenção e controle da infecção hospitalar

A infecção hospitalar é um dos grandes problemas enfrentados pelos profissionais de saúde e pacientes.
A progressiva ousadia da medicina com seus avanços tecnológicos relacionados aos procedimentos invasivos, diagnósticos e terapêuticos, e o aparecimento de micro-organismos multirresistentes aos antimicrobianos usados tornaram as infecções hospitalares um problema de saúde pública.

Por isso, o profissional de saúde deve atentar para todas as formas de poluição do ambiente que possam resultar em intercâmbios inadequados e comprometer a saúde da pessoa assistida

Um dos grandes problemas enfrentado na área da saúde e por pacientes de hospitais, é a infecção hospitalar.

Com todo o avanço tecnológico e o aparecimento de micro-organismos que são extremamente resistentes, a infecção acabou se tornando um problema de saúde publica.

Dessa forma, é necessário que o profissional da área da saúde, tome todas as medidas necessárias, para não poluir o ambiente no qual há pacientes, para evitar um comprometimento maior da saúde já fragilizada do individuo.

Duração: 1h:10min

Luciana Grittem - Possui graduação em ENFERMAGEM pela Universidade Federal do Paraná (1995) e mestrado em Enfermagem pela Universidade Federal do Paraná (2007). Atualmente é enfermeira da Universidade Federal do Paraná. Tem experiência na área de Enfermagem, com ênfase em enfermagem perioperatória e central de materiais e esterilização, atuando principalmente nos seguintes temas: centro cirúrgico, humanização, assistência, enfermagem e processo de trabalho.


DVD 3 - Princípios do controle da infecção hospitalar

As infecções hospitalares são as mais frequentes complicações ocorridas em pacientes hospitalizados.

No Brasil, estima-se que 5% a 15% dos pacientes internados contraem alguma infecção hospitalar. Uma infecção hospitalar acresce, em média, 5 a 10 dias ao período de internação.

Além disso, os gastos relacionados a procedimentos diagnósticos e terapêuticas da infecção hospitalar fazem com que o custo seja muito elevado e os danos maiores ainda.

A mais frequente complicação de um paciente hospitalizado, é a infecção hospitalar, sem duvidas a que mais ocorre. A estimativa é que de 5% a 15% dos pacientes que são internados, contraem algum tipo de infecção hospitalar.

A denominação infecção hospitalar, não se trata de um agente, mas o local em que ocorre. O que leva a infecção não é só o ambiente, mas o paciente, sua idade, o tipo de doença que ele tem. São fatores que contribuem para que ele corra risco de adquirir uma infecção. Crianças e idosos são mais vulneráveis á isso.

Porem é importante destacar, que varia de pessoa para pessoa. Pois há idosos por exemplo, que tem a saúde melhor que a de um jovem.

Não é possível diagnosticar no momento em que o paciente chega ao hospital se ele já está com alguma infecção, é necessário um certo tempo para saber se foi contraída no hospital, ou fora dele.

Uma infecção hospital não eleva apenas o sofrimento do paciente, mas também os custos para tratamento. A melhor maneira para proteger-se de uma possível infecção hospital é a lavagem das mãos.


Duração: 1h:31min

Maria Luiza Hexsel Segui - Possui graduação em Enfermagem e Obstetrícia pela Universidade de Passo Fundo (1982), especialização em UTI e em Administração hospitalar. É Mestre em Enfermagem pela Universidade Federal do Paraná. Atua como Chefe de Serviço em Hospitais de médio porte e Unidades de Internação. Atuou como Coordenadora Geral de Enfermagem do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná de 2006 a 2010. Atua como Supervisora de Enfermagem na Unidade de Neuropsiquiatria do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná desde 2010. Coordenadora da área de Enfermagem na Residência Multiprofissional do Hc/UFPR.Coordenadora do Programa de Urgência e Emergência da Residência Multiprofissional em Atenção Hospitalar do HC/UFPR(2009-1014). Experiência na área de Terapia Intensiva, Infectologia e Administração de Enfermagem.


DVD 4 - O papel da mídia na comunicação em saúde

A mídia, com seus diversos veículos de comunicação, exerce um papel de fundamental importância, seja na difusão de informações de interesse coletivo em relação à saúde, seja na formação da opinião pública quanto à promoção da saúde como um direito de cada cidadão.

Sabemos que o papel da mídia é de grande importância em todas as áreas de nosso cotidiano. Seja passando para o publico informações de seu próprio interesse, ou seja, na formação de sua opinião, quanto á assuntos relacionados á saúde e seus direitos acerca de tal tema.

Alguns registros nos passam que por volta do século 20, com a reforma de Carlos Chagas, e a grande preocupação era a saúde. Era um modelo de campanha, o governo tinha como ideia passar informações para as pessoas, e cabia á elas cumprirem.

Duração: 1h:33min

Maria do Carmo Lisboa - Possui graduação em Enfermagem pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (1986) e mestrado em MESTRADO EM EDUCAÇÃO pela PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ (2000). Atualmente é professora da PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: assistência de enfermagem ao paciente critico, cuidado de enfermagem, assistência de enfermagem em emergência, representação social e assistencia de enfermagem ao paciente coronariopat.


Editora CEDIC
Embalagem contendo 4 DVDs e 1 livro

Total de páginas: 128
ISBN: 9788575303948



Coleção de DVDs Gestão Hospitalar


Coleção de DVDs GESTÃO HOSPITALAR
Acompanha 01 Livro e 4 DVDs







DVD 1- GESTÃO HOSPITALAR - GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
Aprox. 1 Hora e 38 Minutos.

Para cumprir a sua finalidade, os hospitais reúnem diferentes profissionais cujos saberes lhes conferem autonomia dentro de seu campo de atuação. Com o avanço tecnológico na área de saúde, outros desafios se impõem, como a atualização constante das práticas e o compromisso com a inovação.

A gestão de recursos humanos engloba desde o conhecimento de mercado de trabalho, recrutamento e seleção, preparação e acompanhamento do trabalhador até o adoecimento no trabalho. Quais são os maiores problemas relacionados à gestão de pessoas em ambiente hospitalar? Quais são as principais estratégias administrativas para fazer frente a estes desafios?

Com o objetivo de alcançar a autonomia, os hospitais procuram reunir profissionais de diferentes áreas, cada um com seu saber, para que dessa forma possam se impor.

Com o avanço da tecnologia, a área da saúde também acabou evoluindo, e com isso, surge a necessidade de se ter profissionais capacitados e que procuram estar estudando cada vez mais e se aperfeiçoando. Pois é necessário que tanto do profissional, quanto do hospital, ambos tenham consciência do quanto é importante terem conhecimento das inovações em sua área.

A gestão dos recursos humanos vai desde o primeiro contato com o mercado de trabalho, a fase de seleção, o acompanhamento, até o momento em que se adoece no trabalho, enfim, percorre todo o percurso com o individuo.

Para discutir isso no âmbito hospitalar, falaremos com a Professora Elizabeth Bernardino. De acordo com ela, a grande importância de um bom RH dentro de um hospital, se da pela questão de que as pessoas que são contratadas cuidaram de outras vidas.

Isso é algo de extrema importância e merece tamanho destaque, pois é necessário que haja harmonia em tal ambiente, pois tais profissionais estão sempre lidando com algo extremamente importante a qualquer um: a vida.

DVD 2- GESTÃO HOSPITALAR - GESTÃO DE CUSTOS E DA QUALIDADE
Aprox. 1 Hora e 28 Minutos.

 A gestão dos recursos financeiros é de grande importância, pois garante a sobrevivência dos hospitais. Adequar os gastos com recursos humanos, materiais e de infraestrutura às necessidades dos profissionais e dos usuários tem sido um desafio aos gerentes/diretores de hospitais.

Como trabalhar a relação custo/benefício? Qual são as dificuldades em relação a gestão de custos? Quais são as principais dificuldades em relação a gestão da qualidade?

Talvez seja possível que pensarmos o quanto um hospital pode gastar, mas é uma informação que talvez jamais saibamos com total certeza. Porem, dentro de um hospital, é indispensável que feito um controle e uma analise de gastos, para que dessa forma seja possível colocar em mesa o que está sendo gasto.

A importância de um controle de gastos e ganhos, seja o hospital publico ou privado, se dá pela questão de sobrevivência do hospital. Por tal razão, é preciso que se controle essa área, e que haja profissionais bem qualificados e um bom sistema para gerenciar essa área.

Fazer essa contabilidade requer profissionalismo, técnica, registro, organização, que seja feita uma analise e uma interpretação dos custos, pois o grande desafio dos gerentes e diretores de hospitais vem sendo adequar principalmente os gastos com Recursos Humanos, aos demais gastos.

DVD 3- GESTÃO HOSPITALAR - HOSPITAIS: CLASSIFICAÇÃO, FINANCIAMENTO, REGULAÇÃO E FINALIDADE
Aprox. 1 Hora e 14 Minutos

 Os hospitais são organizações complexas indispensáveis em um sistema de saúde. Seja qual for a sua natureza, desempenha um papel importante na recuperação da saúde.

Mas afinal, o que são hospitais? Qual o seu papel no sistema de saúde? Como são regulados?

Quais são os tipos de hospitais e como eles são integrados para cumprir sua função dentro do sistema de saúde de um município, por exemplo?

A imagem do hospital, possui dois momentos na história: o antes e o depois da Era Cristã. Houve uma época, em que hospital era o lugar onde se hospedava os enfermos, os viajantes e peregrinos, que eram como se fossem hospedes, no hospital. Porem, quando o local era ocupado por pessoas mais humildes e pobre, recebia a denominação de hospício.

Também houve um momento em que os médicos aprendiam a medicina em templos, porem, a exerciam na casa dos enfermos. Dessa forma, podemos ver como as coisas realmente evoluíram.

Atualmente temos leis que regulamentam a saúde por todo o nosso país, tanto na esfera publica, quanto na particular. Existem regras indispensáveis de serem cumpridas.


DVD 4- GESTÃO HOSPITALAR - HOSPITAL: CAMPO DE PRÁTICA, ESTRUTURA ADMINISTRATIVA E FÍSICA
Aprox. 1 Hora e 25 Minutos.

 O trabalho em saúde é considerado coletivo mesmo que seja realizado individualmente pelos profissionais. A estrutura hospitalar permite práticas de promoção, prevenção, recuperação e reabilitação bem como de diagnósticos.

Políticas públicas regulamentam a estrutura física, organizacional e as práticas ali desenvolvidas. Que agências regulamentam a estruturação e o funcionamento dos hospitais? Quais são os objetivos desta regulamentação? Quais são as exigências das agências reguladoras?

Mesmo quando realizado de forma individual pelos profissionais, o trabalho na área da saúde é considerado coletivo.

Através da estrutura hospitalar é possível desenvolver a pratica de promoções, prevenções, reabilitações, bem como á pratica de diagnósticos.

Por conta disso, possuímos politicas publicas para regulamentarem a estrutura física, a organizacional e as praticas que ali serão desenvolvidas.

De acordo com especialista em Administração Tamara Maia, o projeto para tal estabelecimento possui varias etapas. É necessário um arquiteto, inicialmente. O arquiteto, sua equipe e o dono do hospital vão definir os pontos, a partir daí está iniciado o processo para abertura de tal local. 

Assunto: Enfermagem
Autor: Cedic
Editora: Cedic
ISBN: 9788575304167
EAN: 9788575304167
Ano edição: 2010
Número edição: 1
Embalagem contendo 4 DVDs e 1 livro
Páginas: 126
Acabamento: Brochura
Tamanho (cm): 21x28


1 Livro de Brinde:

Livro MANUAL DE UROLOGIA Diagnóstico e TerapiaLivro MANUAL DE UROLOGIA Diagnóstico e Terapia


O Manual de Urologia: Diagnóstico e Terapia tem como objetivo ser o companheiro diário do médico residente e do estudante de medicina, responsáveis pelo cuidado cirúrgico do paciente urológico. A ênfase do livro se dá no diagnóstico e no tratamento dos distúrbios urológicos.

Procedimentos médicos e diagnósticos são explicados detalhadamente e a maioria dos capítulos foi escrita por residentes antigos e atuais e por trainees associados ao Programa de Urologia da Boston University School of Medicine, com dados e aconselhamento do corpo docente.

O livro contém ilustrações, gráficos e tabelas, além de descrições práticas e concisas para o tratamento de uma série de distúrbios urológicos.

Autor: Mike B. Siroky; Robert D. Oates; Richard K. Babayan
Editora: Novo Conceito
ISBN: 9788599276396
EAN: 9788599276396
Ano edição: 2008
Número edição: 1
Páginas: 568
Acabamento: Brochura
Tamanho (cm): 11x21

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KIT EPIDEMIOLOGIA + INFECÇÃO HOSPITALAR + GESTÃO HOSPITALAR + BRINDE
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